Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Arqueólogo apresenta “novas provas” da travessia do Mar Vermelho

O professor de hebraico antigo e arqueólogo Michael Rood está lançando um DVD em que promete mudar o entendimento da narrativa bíblicade Êxodo, em especial da travessia do Mar Vermelho. Tudo está documentado em um filme de aproximadamente duas horas, disponível em DVD e Blu-Ray, mas por enquanto apenas em inglês.

Ele fez gravações de vídeo subaquáticas no local historicamente identificado como o ponto de travessia. E diz que encontrou formações de corais que se parecem com as rodas das carruagens egípcias, além de ossos humanos e outras evidências do relato do Antigo Testamento.

Rood afirma: “Ateus zombaram da simples menção disso, religiosos modernos negam sua veracidade, especialistas afirmam que os locais tradicionais estão errados. Mas você verá [em vídeo] as evidências científicas e arqueológicas que ficaram preservadas em corais e pedras como testemunho para esta geração da travessia do Mar Vermelho e dos eventos no verdadeiro Monte Sinai”.

 

Durante meses, Michael Rood e uma equipe internacional de cientistas e exploradores documentaram os achados arqueológicos que consideram um dos mais importantes da história da raça humana. Eles vasculharam o antigo “Yam Soph” (o moderno “Golfo de Aqaba” também conhecido como “Mar Vermelho”), usando câmeras submarinas robóticas que mostram um grande campo de batalha submarino, onde o que sobrou do exército de Faraó ainda permanece incrustado no fundo do mar.

Segundo o arqueólogo, do exército que perseguiu o povo de Deus, estima-se que cerca de 20.000 carruagens foram destruídas naquele dia. Algumas formações de corais encontradas ainda hoje mostram, com a ajuda da tecnologia, que se tratam de vestígios de rodas com quatro pontos de sustentação, que são idênticas aos desenhos encontrados em tumbas egípcias do mesmo período.

E mais, as rodas estão cobertas por uma fina camada de ouro, algo pouco comum, que lhes concedem uma identidade única. O coral, por natureza, não se desenvolve sobre o ouro, o que permite que mesmo depois de tanto tempo os vestígios sejam facilmente identificáveis.

Além disso, ao longo da história, rodas de quatro, seis e oito raios foram usadas, mas as encontradas pela equipe são da 18 ª dinastia, ou seja, de 1.446 aC, quando acredita-se que o êxodo ocorreu.

Traduzido e adaptado de WND e Ark Discovery

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O Dia em que Mahatma Gandhi foi na Igreja



Mohandas Karamchand Gandhi nasceu no dia 2 de outubro de 1869 na Índia ocidental. Seu pai era um político local, e a mãe dele era uma Vaishnavite religiosa.


Apesar de Gandhi admirar Jesus Cristo e utilizar seus ensinamentos, especialmente o Sermão do Monte como parâmetros para sua própria vida. A história nos conta que Gandhi se decepcionou com a Igreja de Jesus, pois aqueles que deveriam representar Cristo na terra, demonstrando o amor incondicional ao próximo, foram um fator decisivo para a  perdição não somente de Gandhi, mas para todo o povo indiano que o seguiram com sua religião equivocada, assim como as gerações que viriam após ele até os dias de hoje.

Vejamos pois, o motivo que levou Gandhi a rejeitar o Evangelho, levando milhões de indianos a seguir suas crenças.


O Real Motivo

                        
Mahatma Gandhi é um dos mais respeitados líderes da história moderna. Apesar de hindu, admirava Jesus Cristo e freqüentemente citava frases do Sermão do Monte. Certa vez o missionário E. Stanley Jones encontrou-se com ele na Índia, e perguntou: Senhor Gandhi, apesar do senhor sempre citar as palavras do Cristo, por que é tão inflexível e sempre rejeita tornar-se seu seguidor?

Ao que Gandhi respondeu: Ó! Eu não rejeito seu Cristo. Eu amo seu Cristo. Apenas creio que muitos de vocês cristãos são bem diferentes do vosso Cristo.

Conta-se que a rejeição de Gandhi ao cristianismo nasceu de um incidente acontecido na Africa do Sul, quando ele era um jovem advogado por lá. Gandhi estava atraído pela fé cristã; tinha estudado a Bíblia e os ensinamentos de Jesus. Estava explorando seriamente a possibilidade de tornar-se um cristão, quando decidiu assistir um culto em uma igreja local. Mas, assim que subiu os degraus, o ancião da igreja, um sul-africano branco, barrou seu caminho na porta.

--Aonde você pensa que vai, kaffir*? Perguntou o ancião em um tom de voz beligerante.

Gandhi replicou: Eu gostaria de assistir a missa, aqui.

Mas o ancião rosnou: Não existe lugar para kaffirs nesta igreja. Fora daqui ou eu chamarei meus assistentes para atirá-lo escada a baixo.

Moral da história: uma Igreja "Cristã" onde falta o amor de Cristo, não é Igreja , mas sim um túmulo para a fé alheia, pois uma primeira impressão ruim, é difícil de ser apagada.

* tratamento pejorativo dado pelos brancos, no regime do apartheid, aos negros e estrangeiros na África do Sul. No meio muçulmano, kaffir tem o significado de "infiel".



A Responsabilidade da Igreja

Este relato nos mostra que Mohandas Gandhi, motivado por um incidente dentro de uma Igreja morna, vazia e longe de Deus, tomou uma posição radical rejeitando a Salvação de Cristo, e distanciou-se daquilo que era a única chance de Salvação, tanto para ele quanto para o seu povo.
Se procurarmos saber a respeito das religiões correntes na India, encontraremos centenas delas, porém a que é mais praticada é o Hinduismo. Seus ensinos são completamente contrários a Palavra de Deus, oferecendo salvações ilusórias baseadas em obras meritórias, reencarnações e adoração a muitos deuses. O povo indiano hoje sofre por causa de sua idolatria.


Palavras de Gandhi a respeito de Jesus:

“Não conheço ninguém que tenha feito mais para a humanidade do que Jesus. De fato, não há nada de errado no cristianismo. O problema são vocês, cristãos. Vocês nem começaram a viver segundo os seus próprios ensinos.”

Para vergonha da Igreja de Jesus ele tinha razão. Porém, o erro de Gandhi consistiu em resumir a eficácia do Evangelho de Cristo baseando-se naquele episódio lamentável que ele havia vivido. O que nos deixa uma preciosa lição, para que vivamos conforme a vontade de Deus e sua Palavra, rejeitando o infame modo de viver do mundo.
Se Gandhi ao invés de ter cruzado com uma Igreja de fachada, mas tivesse encontrado alguém que fosse servo de Cristo, que temesse a Deus e possuísse amor pelas almas, certamente este episódio teria terminado diferente. Quem sabe com Gandhi convertido e cheio do Espírito Santo... Mas de uma coisa eu sei. Com a influência que ele tinha sobre o seu povo, e sua habilidade de refletir e ensinar, com certeza Deus o teria usado para reverter este quadro calamitoso de esquizofrenia espiritual reinante na India.

Mas não foi assim que aconteceu, segue abaixo seu verdadeiro discurso.

“As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?” Mohandas Gandhi

Hoje, milhões de Indianos adoram ratos, vacas, elefantes, e muitos outros animais os quais consideram divindades, ao invés de adorarem ao único Deus verdadeiro. O rio ganges, considerado sagrado pelos indianos, abriga a céu aberto centenas de cadáveres de pessoas que no seu leito de morte, vão perecer na beira do rio, para que seu corpo seja absorvido pelo deus do rio ganges.
Entre crianças brincando e mergulhando, podem-se ver os restos mortais dos adoradores dos falsos deuses em estado putrefato, sendo devorados por cães e urubús.

Posso também citar a adoração ao deus rato, celebrada em templos cadavéricos repletos de gente. Alí os adoradores levam leite, e os colocam em pratos no chão. Após algum tempo começam a sair ratazanas das tocas de dentro do templo. Dezenas, centenas de milhares de ratos saem para beber o leite, passando a urinar e defecar no meio da multidão, as quais pegam aquele leite envolto em urina e fezes de rato, e o bebem em sinal de devoção para que as bênçãos do "deus rato" estejam sobre eles. Assim fazem crianças, mulheres, homens e velhos.

A quem recairá a responsabilidade pelo sangue destes milhões de indianos?


"Filho do homem, eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; da minha boca ouvirás a palavra e os avisarás da minha parte. Quando eu disser ao perverso: Certamente, morrerás, e tu não o avisares e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniqüidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, se avisares o perverso, e ele não se converter da sua maldade e do seu caminho perverso, ele morrerá na sua iniqüidade, mas tu salvaste a tua alma". (Ezequiel 3.17-19)

A responsabilidade pelas almas é da Igreja morna, vazia e longe de Deus.


No dia do Juizo

"Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros". (Apocalipse 20:12)




Todavia, haverá um dia em que todos os seres humanos serão postos diante do Grande Trono Branco de Cristo para serem julgados. Aqueles que morreram na esperança da Salvação em Jesus assistirão este grande evento de proporções universais.


Lá veremos muitas pessoas serem julgadas. Pessoas conhecidas e desconhecidas. Veremos nossos vizinhos, pais e mães, avô e avó, primos, irmãos, amigos e todos aqueles que foram postos diante do Evangelho da Salvação e o negaram. Quem sabe estará lá também aquele presbítero que desprezou Gandhi, isso se ele não tiver se arrependido e mudado de conduta.

Neste dia também estará lá Mohandas Gandhi diante do Trono de Deus. Numa situação desesperadora quanto esta, quais seriam os argumentos que Gandhi ofereceria a Cristo para sua defesa?

Pode ser que ele diga a Jesus; "Senhor. Eu tentei!! Eu estudei a tua palavra, mas quando um dia eu quis adorar no teu templo, não me receberam, me maltrataram e me puseram para a rua".

Jesus dará o veredicto inevitável;

"Mas ele vos dirá: Não sei donde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais iniqüidades"Lucas 13:27


 ..."Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos". Mateus 25.41b


E com Gandhi, milhões e milhões do seu povo indiano, irão para o mesmo destino eterno. 

Será assim mesmo que sucederá estas coisas? Com absoluta certeza sim. Apenas falo de uma realidade que hoje a própria Igreja tem medo de abordar. Pastores do Brasil e do mundo possuem medo de falar do inferno, pois não possuem mais compromisso com a Palavra de Deus, e muito medo de perder fiéis de sua congregação. 



                                           Mohandas Gandhi 1869-1948

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Os Heróis desconhecidos do Evangelho



“Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo. Se alguém se considera alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. Cada um examine os próprios atos, e então poderá orgulhar-se de si mesmo, sem se comparar com ninguém” (Gl 6.2-4, NVI).
A Igreja é designada de corpo de Cristo. Esse corpo é formado por muitos membros. Cada um tem sua função. Por isso, cada membro é importante. Somente no nosso inter-relacionamento funcionamos plenamente. Se um membro cai, todo o corpo fica deficiente. O corpo de Cristo somente funciona com excelência quando todos os membros cooperam uns com os outros.
O livro de Atos dos Apóstolos é a história dos grandes feitos dos apóstolos. Mas, lado a lado com esses homens famosos houve muitos outros heróis anônimos, homens e mulheres pouco conhecidos, que trabalharam nos bastidores e quase não foram notados.
Os cinco diáconos sem nome: trabalho nos bastidores
“Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra. O parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia” (At 6.3-5).
Todos nós conhecemos Estêvão e Filipe. Mas havia mais cinco diáconos que realizaram um trabalho igualmente importante para a igreja primitiva. Seu ministério diaconal amoroso e prático liberou os apóstolos de diversas tarefas, permitindo que cumprissem com sua incumbência de pregar o Evangelho. O trabalho desses homens quase não era percebido, mas tinha grande importância para o funcionamento do corpo de Cristo. O mesmo se dá com aqueles apóstolos que não são mencionados outras vezes no decorrer do avanço do Evangelho (por exemplo: Tomé, André, Filipe, Simão, o Zelote, Judas, filho de Tiago, Bartolomeu, Tiago, filho de Alfeu, etc.). O Senhor Jesus havia declarado acerca de todos os Seus discípulos: “É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus; ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado. Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós” (Jo 17.9-11).
Querido leitor, querida leitora, mesmo que você não pregue, o trabalho que você faz nos bastidores é importante quando contribui para propagar o Evangelho que outros pregam!
Ananias: obediência nas coisas pequenas

“Ora, havia em Damasco um discípulo chamado Ananias. Disse-lhe o Senhor numa visão: Ananias! Ao que respondeu: Eis-me aqui, Senhor! Então, o Senhor lhe ordenou: Dispõe-te, e vai à rua que se chama Direita, e, na casa de Judas, procura por Saulo, apelidado de Tarso; pois ele está orando e viu entrar um homem, chamado Ananias, e impor-lhe as mãos, para que recuperasse a vista” (At 9.10-12).
Ananias não se tornou uma personalidade conhecida como Paulo, Pedro ou Tiago. Mas, por sua obediência, ele foi a chave que o Senhor usou para introduzir Saulo (Paulo) na obra do Senhor.
É justamente a obediência nas pequenas coisas que faz com que a obra do Senhor cresça e se torne grandiosa.
Lídia: o valor da hospitalidade
“Depois de (Lídia) ser batizada, ela e toda a sua casa, nos rogou, dizendo: Se julgais que eu sou fiel ao Senhor, entrai em minha casa e aí ficai. E nos constrangeu a isso… Tendo-se (eles) retirado do cárcere, dirigiram-se para a casa de Lídia e, vendo os irmãos, os confortaram. Então, partiram” (At 16.15,40).
Lídia se converteu, e logo abriu sua casa para Paulo e seus cooperadores. Ali, na sua casa, eles encontravam repouso e restauração. A partir dela, muitas pessoas vieram a se tornar cristãs e ali Filipe fundou uma igreja. A hospitalidade tem valor inestimável, assim como o encorajamento mútuo. Irmãos em Cristo têm seus fardos aliviados com essas práticas cristãs.
Jasom: empenho altruísta
“Os judeus, porém, movidos de inveja, trazendo consigo alguns homens maus dentre a malandragem, ajuntando a turba, alvoroçaram a cidade e, assaltando a casa de Jasom, procuravam trazê-los para o meio do povo. Porém, não os encontrando, arrastaram Jasom e alguns irmãos perante as autoridades, clamando: Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui, os quais Jasom hospedou. Todos estes procederam contra os decretos de César, afirmando ser Jesus outro rei. Tanto a multidão como as autoridades ficaram agitadas ao ouvirem estas palavras; contudo, soltaram Jasom e os mais, após terem recebido deles a fiança estipulada” (At 17.5-9).
“Jasom os hospedou” é uma boa acusação, não é mesmo? Ele pôs sua vida em jogo por causa do Evangelho, sem discursos poderosos, mas simplesmente colocando sua casa à disposição dos judeus que haviam se tornado crentes em Jesus. O que arriscamos por Jesus?
O sobrinho de Paulo: coragem exemplar
“Na noite seguinte, o Senhor, pondo-se ao lado dele (de Paulo), disse: Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma. Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo. Mas o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido a trama, foi, entrou na fortaleza e de tudo avisou a Paulo” (At 23.11-12,16).
O nome desse sobrinho de Paulo não é citado no texto bíblico. Presume-se que Paulo foi expulso de sua família quando se converteu a Jesus (veja Fp 3.8). Mas esse sobrinho, de alguma forma, tinha simpatia por Paulo. Familiares podiam visitar prisioneiros que tivessem a cidadania romana (At 24.23), e o sobrinho fez uso desse privilégio. Deus poderia simplesmente ter arrebatado Paulo, assim como fez com Filipe (At 8.39). Porém, Ele não o fez, para mostrar como é importante nossa cooperação na realização da Sua vontade. Deus poderia ter enviado um anjo, mas usou o sobrinho de Paulo para salvar a vida do apóstolo. Esse jovem teve a coragem de revelar um plano assassino. O Senhor pode usar qualquer pessoa, independentemente de sua idade, crentes jovens ou velhos, mas obedientes e destemidos. O jovem que ajudou Paulo foi corajoso por não seguir com a massa e não compartilhar da opinião da maioria.
Júlio: interferência resoluta
“Quando foi decidido que navegássemos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros presos a um centurião chamado Júlio, da Coorte imperial. O parecer dos soldados era que matassem os presos, para que nenhum deles, nadando, fugisse; mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu-os de o fazer; e ordenou que os que soubessem nadar fossem os primeiros a lançar-se ao mar e alcançar a terra” (At 27.1,42-43).
O centurião Júlio salvou a vida de Paulo quando outros soldados queriam matá-lo. Com isso, o Evangelho chegou a seu destino, a Roma. Você, ao se empenhar com resolução e coragem, também contribui para que o Evangelho seja difundido, independentemente de seu empenho ser reconhecido por todos ou ocorrer de forma mais escondida. Seja uma pessoa que não concorda com tudo o que o ambiente lhe sussura aos ouvidos, mas faça aquilo que o Espírito Santo o constranger a fazer.
Você é importante!

“Deus pôde usar um perseguidor como Paulo… Usou um colérico como Martim Lutero e um melancólico como John Wesley… e uma tetraplégica como Joni Eareckson Tada”.
O corpo humano tem muitos órgãos, mas só quando todos eles operam em conjunto é que formam o corpo. O corpo de Cristo também funciona assim. Os crentes devem evitar dois erros muito comuns: (1) ter orgulho de suas capacidades ou (2) achar que não têm nada a oferecer à comunhão dos cristãos. Ao invés de nos compararmos uns com os outros, deveríamos usar os diferentes dons que Deus nos deu para espalhar a boa mensagem do Evangelho… Paulo, ao usar o corpo como analogia, salienta a importância de cada membro da Igreja. Quando uma parte aparentemente sem importância deixa de funcionar, o corpo todo fica menos eficiente. Considerar o próprio dom mais importante que o dom de outro é sinal de orgulho espiritual. Não devemos menosprezar aqueles que parecem menos importantes, e não devemos invejar aqueles que possuem dons mais vistosos. Ao invés disso, deveríamos usar os dons que nos foram dados para animar outros cristãos a também usarem as capacidades que Deus lhes concedeu. Quando não fazemos isso, a comunhão dos crentes é menos eficiente. (comentário da edição alemã da Bíblia “Neues Leben”)
Jovem ou idoso, com mais dons ou menos dons, em público ou nos bastidores: você é importante!
Fonte: Norbert Lieth na Revista A Chamada

Resumo dos acontecimentos dos últimos anos!

É muito forte veja até o final:


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...