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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Inferioridade, uma questão de visão

É interessante como nós seres humanos temos grande capacidade de nos inferiorizar e geralmente toda essa inferioridade nasce de comparações. Olhamos para outra pessoa, para a sua vida e consequentemente para o seu sucesso e pronto, passamos a comparar a nossa vida com a vida da outra pessoa, desenvolvendo um sentimento de rebaixamento em relação a nós e a nossa própria vida. Deixamos de olhar para aquilo que alcançamos para olharmos e vivermos em função daquilo que talvez em momento algum consigamos alcançar.
Quando permitimos que sentimentos deste tipo se apoderem de nós, automaticamente estamos desenvolvendo outro tipo de sentimento, a insatisfação. Insatisfeitos com o que temos e com o que somos, deixamos de viver a nossa vida, para viver em função da vida e sucesso de outrem. Atitudes deste tipo só tendem a nos prejudicar. Por quê? Prejudica-nos porque simplesmente passamos a viver um período de total descontrole, numa busca excessiva por alcançar algo. Esse descontrole muitas vezes nos faz tomar decisões totalmente errôneas e equivocadas. E quanto mais longe ficamos do possível “alvo”, mais insatisfeitos e inferiores nos sentimos. Tudo isso por um único motivo: Comparações confusas.
Precisamos ter bastante cuidado ao nos compararmos com alguém que por algum motivo está “acima de nós”, ou seja, alguém que de alguma forma conseguiu alcançar determinado sucesso profissional e pessoal ou até mesmo uma boa situação financeira. É preciso entender que nós somos únicos, Deus não nos fez em dose dupla. Deus nos fez, com um propósito especifico. Ninguém é tão ruim que não tenha um talento, que não saiba desenvolver alguma coisa. O que nós precisamos mesmo é descobrir quais os nossos talentos e principalmente aquilo que temos de melhor. Depois disso com certeza alcançaremos aquilo que Deus tem preparado para nós. O primeiro passo é aprender a fazer as comparações de forma correta.
Que tal, nos compararmos com as formigas? Achou estranho não é mesmo? Em provérbios 30: 25 a palavra de Deus diz:
“As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida;”

terça-feira, 16 de julho de 2013

A Visão de um obreiro da Igreja Universal - Igreja Capitalista.

As vezes quando olho a situação da igreja atual fico triste, por isso não devemos olhar para os homens, e sim para Deus. Eu fico triste porque vejo se cumprir nos dias atuais aquela passagem bíblica que diz que o amor de muitos se esfriaria nos últimos tempos, e de fato, vivemos em um mundo sem amor, e quando digo isso, não estou falando do mundo ou dos incrédulos, ou dos que não conhecem a Deus, porque do mundo…eu não espero mais nada, essa situação de violência, de ceticismo, de avareza, de um mundo sem amor, é comum, e a tendência …é que piore cada vez mais com o passar dos anos, até que viver neste mundo um dia será insuportável.
Mas quando digo que o amor de muitos está se esfriando, eu digo em relação a igreja, isso mesmo, hoje não há amor na igreja do Senhor Jesus, e dou mais ênfase a esta tese quando comparamos a igreja dos nossos dias com a igreja primitiva, onde os seus membros se amavam tanto que chamavam uns aos outros de irmãos…irmãos em cristo.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Orçamento ABCD - tenha um plano de emergência financeiro

Você está preparada para ser demitida? Pergunta estranha, né? Mas é isso mesmo. Imprevistos acontecem. Será que se você perdesse seu emprego hoje, conseguiria sobreviver com seus próprios meios até ser recolocada no mercado de trabalho?

Está certo que funcionários celetistas contam com o seguro desemprego em caso de desemprego involuntário, mas o programa concede no máximo 5 parcelas mensais e o valor do benefício é menor do que o salário que era recebido quando empregado. Ou seja, o valor pode não ser suficiente para suprir suas necessidades até conseguir um novo emprego.

O professor Fabio Gallo Garcia, doutor em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas, nos diz que se tivermos um plano de emergência, o orçamento ABCD, podemos lidar mais tranquilamente com a perda de emprego inesperada. Vamos ver como funciona?

A primeira coisa a fazer é identificar os gastos indispensáveis. Identificaremos assim: 
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